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A Livraria da Travessa divulgou, nesse domingo (26/07), a lista dos livros mais vendidos da Flip 2026 e, em meio ao predomínio de romances, memórias e ficção, está “Pela mão do povo: voto e democracia no Brasil” (Bazar do Tempo), de Cármen Lúcia, Heloisa Starling e Nayara Henriques Pinto, em 4º lugar. Foi o “efeito Cármen Lúcia” – a ministra do STF participou pela primeira vez da festa literária e foi um dos assuntos mais comentados antes, durante e depois.
A Flip é a festa onde ninguém fica a pensar no decote, no perfume, na maquiagem, ou nos dois dedinhos de raiz. Não? (Risos!)
Foram filas, selfies, pedidos de autógrafos e aplausos depois da conversa com a cientista social Paula Miraglia. Nas ruas, era chamada de “diva” e nas redes, frases ditas por ela circularam durante todo o fim de semana.
“Não há nada demais na minha vida. Como diz Drummond: ‘Eta vida besta’.”
“Na ocupação pública há que servir o povo. Não se servir do público.”
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“Eu não tenho medo da inteligência artificial. Mas da desinteligência natural.”
“Se tivéssemos mais professores, não precisaríamos de tantos juízes e delegados.”
“Podemos ser plurais na nossa unidade. E quero alfabetização.”
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“Democrata é quem sabe perder, não é quem sabe ganhar.”
“Tem gente tentando acabar ou tornar facultativo nosso direito de voto, dizem que seria melhor para as mulheres não ficarem sobrecarregadas. Voto é direito. Não precisamos que tirem, que não nos sobrecarreguem.”
O resultado confirma uma tendência da Flip nos últimos anos: abrir espaço para debates sobre política, democracia e questões sociais. No entanto, o maior número de vendas continua sendo romance, autoficção, memórias, biografias, ensaios e livros que discutem identidade, racismo, gênero e comportamento.
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A edição deste ano também foi a maior da história da festa, com 40 mil pessoas em cinco dias de programação, um crescimento de 14% em relação às 35 mil registradas em 2025. Foram 46 casas parceiras, número recorde, e quase mil atividades entre a programação oficial e os eventos paralelos.
Os 10 livros mais vendidos da Livraria da Travessa na Flip 2026:
1. “Amar é inadiável”, de Socorro Acioli (Planeta) – trata dos afetos, do luto, da memória e da urgência das relações. A autora explora a importância de viver o amor e a empatia no presente, diante da fragilidade do tempo.
2.“O século dos imbecis”, de Valter Hugo Mãe (Biblioteca Azul) – aborda a crítica social, o embrutecimento do debate contemporâneo e a solidão. O autor reflete sobre a arrogância, a falta de empatia da sociedade atual e a busca por humanidade em tempos de intolerância.
3.“Os imortais”, de Paulliny Tort (Fósforo) – fala do fanatismo, na fé radical e nas dinâmicas de poder no interior do Brasil e como pequenos cultos e promessas de salvação impactam famílias e territórios marcados pela seca e pelo desamparo.
4. “Pela mão do povo: voto e democracia Brasil”, de Cármen Lúcia Antunes Rocha, Heloisa Murgel Starling e Nayara Corrêa Henriques Pinto (Bazar do Tempo) – ensaio sobre a história do sufrágio, a soberania popular e o fortalecimento das instituições democráticas contra arroubos autoritários.
5. “Malária”, de Carmen Stephan (Tinta-da-China Brasil) – explora a doença, a vulnerabilidade do corpo e a relação da humanidade com a natureza. Através de uma perspectiva lírica e crítica, reflete sobre isolamento, dor e colonialismo.
6. “Bom dia, inverno”, de Tamara Klink (Companhia das Letras) – fala de solidão, travessia e superação com as vivências e os desafios físicos e mentais da jovem velejadora ao enfrentar o inverno e as condições extremas das expedições polares.
7. “O boxeador polonês”, de Eduardo Halfon (Autêntica Contemporânea) – sobre Holocausto, a busca por raízes, a identidade e a tênue fronteira entre realidade e ficção, investigando o passado familiar do autor a partir das memórias de seu avô, sobrevivente de Auschwitz.
8. “A pediatra”, de Andréa del Fuego (Companhia das Letras) – fala de maternidade, cinismo, desumanização e dilemas éticos na medicina ao acompanhar uma médica sem vocação para lidar com crianças, questionando a romantização dos papéis femininos e do cuidado.
9. “A paixão pela mentira”, de Paulo Schiller (Todavia) – sobre a psicanálise, o autoengano, a fabulação e as ilusões, analisando a mentira não apenas como desvio ético, mas como um mecanismo de proteção e criação da mente.
10. “O aniversário”, de André Bajani (Companhia das Letras) – as tensões familiares, do envelhecimento e das passagens de tempo.
Uma das histórias da ministra, no dia em que foi confundida com ela mesma:
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Sobre mulheres no STF:
Domine o fato. Confie na fonte.
15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas
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A Livraria da Travessa divulgou, nesse domingo (26/07), a lista dos livros mais vendidos da Flip 2026 e, em meio ao predomínio de romances, memórias e ficção, está “Pela mão do povo: voto e democracia no Brasil” (Bazar do Tempo), de Cármen Lúcia, Heloisa Starling e Nayara Henriques Pinto, em 4º lugar. Foi o “efeito Cármen Lúcia” – a ministra do STF participou pela primeira vez da festa literária e foi um dos assuntos mais comentados antes, durante e depois.
A Flip é a festa onde ninguém fica a pensar no decote, no perfume, na maquiagem, ou nos dois dedinhos de raiz. Não? (Risos!)
Foram filas, selfies, pedidos de autógrafos e aplausos depois da conversa com a cientista social Paula Miraglia. Nas ruas, era chamada de “diva” e nas redes, frases ditas por ela circularam durante todo o fim de semana.
“Não há nada demais na minha vida. Como diz Drummond: ‘Eta vida besta’.”
“Na ocupação pública há que servir o povo. Não se servir do público.”
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“Se tivéssemos mais professores, não precisaríamos de tantos juízes e delegados.”
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“Tem gente tentando acabar ou tornar facultativo nosso direito de voto, dizem que seria melhor para as mulheres não ficarem sobrecarregadas. Voto é direito. Não precisamos que tirem, que não nos sobrecarreguem.”
O resultado confirma uma tendência da Flip nos últimos anos: abrir espaço para debates sobre política, democracia e questões sociais. No entanto, o maior número de vendas continua sendo romance, autoficção, memórias, biografias, ensaios e livros que discutem identidade, racismo, gênero e comportamento.
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A edição deste ano também foi a maior da história da festa, com 40 mil pessoas em cinco dias de programação, um crescimento de 14% em relação às 35 mil registradas em 2025. Foram 46 casas parceiras, número recorde, e quase mil atividades entre a programação oficial e os eventos paralelos.
Os 10 livros mais vendidos da Livraria da Travessa na Flip 2026:
1. “Amar é inadiável”, de Socorro Acioli (Planeta) – trata dos afetos, do luto, da memória e da urgência das relações. A autora explora a importância de viver o amor e a empatia no presente, diante da fragilidade do tempo.
2.“O século dos imbecis”, de Valter Hugo Mãe (Biblioteca Azul) – aborda a crítica social, o embrutecimento do debate contemporâneo e a solidão. O autor reflete sobre a arrogância, a falta de empatia da sociedade atual e a busca por humanidade em tempos de intolerância.
3.“Os imortais”, de Paulliny Tort (Fósforo) – fala do fanatismo, na fé radical e nas dinâmicas de poder no interior do Brasil e como pequenos cultos e promessas de salvação impactam famílias e territórios marcados pela seca e pelo desamparo.
4. “Pela mão do povo: voto e democracia Brasil”, de Cármen Lúcia Antunes Rocha, Heloisa Murgel Starling e Nayara Corrêa Henriques Pinto (Bazar do Tempo) – ensaio sobre a história do sufrágio, a soberania popular e o fortalecimento das instituições democráticas contra arroubos autoritários.
5. “Malária”, de Carmen Stephan (Tinta-da-China Brasil) – explora a doença, a vulnerabilidade do corpo e a relação da humanidade com a natureza. Através de uma perspectiva lírica e crítica, reflete sobre isolamento, dor e colonialismo.
6. “Bom dia, inverno”, de Tamara Klink (Companhia das Letras) – fala de solidão, travessia e superação com as vivências e os desafios físicos e mentais da jovem velejadora ao enfrentar o inverno e as condições extremas das expedições polares.
7. “O boxeador polonês”, de Eduardo Halfon (Autêntica Contemporânea) – sobre Holocausto, a busca por raízes, a identidade e a tênue fronteira entre realidade e ficção, investigando o passado familiar do autor a partir das memórias de seu avô, sobrevivente de Auschwitz.
8. “A pediatra”, de Andréa del Fuego (Companhia das Letras) – fala de maternidade, cinismo, desumanização e dilemas éticos na medicina ao acompanhar uma médica sem vocação para lidar com crianças, questionando a romantização dos papéis femininos e do cuidado.
9. “A paixão pela mentira”, de Paulo Schiller (Todavia) – sobre a psicanálise, o autoengano, a fabulação e as ilusões, analisando a mentira não apenas como desvio ético, mas como um mecanismo de proteção e criação da mente.
10. “O aniversário”, de André Bajani (Companhia das Letras) – as tensões familiares, do envelhecimento e das passagens de tempo.
Uma das histórias da ministra, no dia em que foi confundida com ela mesma:
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Sobre mulheres no STF:
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