BTG vê pressão competitiva sobre TIM. Em análise dos balanços do segundo trimestre, os analistas do banco apontaram sinais de desaceleração da operação, com crescimento mais fraco das receitas móveis, queda no segmento pré-pago e pressão sobre a geração de caixa, segundo Carlos Sequeira, Osni Carfi e Bruno Ferreira, em relatório.
Banco alerta para desafios no radar da Vivo. No caso da Telefônica Brasil (Vivo), apesar do desempenho superior ao dos concorrentes, o banco destacou investimentos acima do esperado, pressão na operação de fibra e potencial limitado de valorização das ações diante das cotações atuais.
Citi diz que Vivo apresentou resultados mistos no segundo trimestre. Embora o Ebitda tenha superado as estimativas do banco graças a despesas operacionais mais baixas, a geração recorrente de caixa para o acionista ficou aquém do esperado, assim como o lucro recorrente, que veio cerca de 9% abaixo das projeções. Para os analistas Leandro Bastos e Renan Prata, a combinação de fluxo de caixa mais fraco e lucro recorrente abaixo das expectativas pode pesar sobre as ações, apesar dos indicadores operacionais saudáveis da companhia.
No caso da TIM, analistas do banco americano classificam o trimestre como fraco. Os profissionais apontaram deterioração em tendências operacionais e rentabilidade ajustada inferior ao esperado. O banco destacou a desaceleração das adições líquidas de clientes pós-pagos, o aumento das desconexões no pré-pago e o ritmo mais lento de crescimento da banda larga fixa. Além disso, a inadimplência seguiu elevada, pressionando as despesas operacionais, enquanto o Ebitda ajustado teria ficado abaixo das projeções ao se desconsiderar efeitos positivos extraordinários relacionados ao desligamento de torres.
























