Por Marcelo Ribeiro
A equipe de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva minimiza o comportamento “morde e assobra” adotado pelo petista em relação ao ministro Alexandre de Moraes, um dos protagonistas da crise sem precedentes que assola o STF há algumas semanas.
Desde a polêmica sessão do Supremo na terça-feira, Lula já fez gestos de distanciamento em relação ao magistrado – quando fala, por exemplo, que a verdade tem que ser revelada doa a quem doer – e os mesclou com elogios a algumas iniciativas que o ministro já teve ao longo da carreira jurídica – como a condução do julgamento da tentativa de golpe do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A leitura interna é que é preciso se descolar de Moraes e jogar a crise do Supremo mais longe possível do QG de Lula, mas não pode fazer nada que se compare ao que já foi protagonizado por bolsonaristas, que sempre encabeçaram ataques às instituições
Por Marcelo Ribeiro
A equipe de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva minimiza o comportamento “morde e assobra” adotado pelo petista em relação ao ministro Alexandre de Moraes, um dos protagonistas da crise sem precedentes que assola o STF há algumas semanas.
Desde a polêmica sessão do Supremo na terça-feira, Lula já fez gestos de distanciamento em relação ao magistrado – quando fala, por exemplo, que a verdade tem que ser revelada doa a quem doer – e os mesclou com elogios a algumas iniciativas que o ministro já teve ao longo da carreira jurídica – como a condução do julgamento da tentativa de golpe do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A leitura interna é que é preciso se descolar de Moraes e jogar a crise do Supremo mais longe possível do QG de Lula, mas não pode fazer nada que se compare ao que já foi protagonizado por bolsonaristas, que sempre encabeçaram ataques às instituições
























