A decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de derrubar o tarifaço de Donald Trump, seguida pelo anúncio de uma nova tarifa global de 15%, redesenhou o cenário comercial entre Brasil e EUA. No Ministério do Desenvolvimento, a avaliação é de que o próximo passo será político: o encontro entre Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva, previsto para março.
“Esse encontro vai coroar esse novo momento das relações comerciais e políticas”, afirmou Ricardo Cappelli, presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), em entrevista ao programa Ponto de Vista, de VEJA.
Segundo Cappelli, 22% das exportações brasileiras aos Estados Unidos ainda estavam sujeitas a tarifas de 40%. Com a revisão, esses produtos passaram a pagar 15%, o mesmo percentual aplicado globalmente. “Isso favorece muito as exportações brasileiras”, disse.
A leitura no governo é que a decisão judicial representou um revés para Trump, mas não altera sua estratégia de usar tarifas para estimular o protecionismo americano. “Ele é um negociador agressivo e deve buscar outros caminhos para atingir esse objetivo”, afirmou.
Ainda assim, o governo aposta na previsibilidade. Os Estados Unidos têm superávit na balança comercial com o Brasil e são destino de produtos brasileiros de maior valor agregado, o que torna a relação estratégica para ambos os lados.
Cappelli atribui ao esforço diplomático do Itamaraty e do vice-presidente Geraldo Alckmin a reacomodação do ambiente comercial. A reunião entre Lula e Trump, diz, será o gesto simbólico que deve consolidar essa fase de estabilidade após meses de tensão tarifária.
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A leitura no governo é que a decisão judicial representou um revés para Trump, mas não altera sua estratégia de usar tarifas para estimular o protecionismo americano. “Ele é um negociador agressivo e deve buscar outros caminhos para atingir esse objetivo”, afirmou.
Ainda assim, o governo aposta na previsibilidade. Os Estados Unidos têm superávit na balança comercial com o Brasil e são destino de produtos brasileiros de maior valor agregado, o que torna a relação estratégica para ambos os lados.
Cappelli atribui ao esforço diplomático do Itamaraty e do vice-presidente Geraldo Alckmin a reacomodação do ambiente comercial. A reunião entre Lula e Trump, diz, será o gesto simbólico que deve consolidar essa fase de estabilidade após meses de tensão tarifária.
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