
Continua após publicidade
Presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto afirmou ao Radar nesta quarta-feira que a decisão sobre a permanência da deputada federal Caroline De Toni na sigla para disputar o Senado, neste ano, por Santa Catarina, caberá ao governador catarinense Jorginho Mello (PL). A informação também foi confirmada por interlocutores do governador.
No início de fevereiro, Jorginho declarou em evento da Frente Parlamentar pelo Livre Mercado (FPLM), em Brasília, que apoiará as candidaturas de De Toni e Carlos Bolsonaro, também do PL, à Casa Alta pelo estado catarinense.
Caso, de fato, Jorginho defina que a deputada poderá disputar o Senado pelo PL catarinense, a decisão irá contra os planos de Valdemar, que mantém acordo com o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), para apoiar a reeleição do senador Esperidião Amin (PP-SC).
Pelo acordo inicial, o PL lançaria um candidato, enquanto o PP lançaria outro, ambos com apoio de Jorginho Mello. A candidata natural do PL seria De Toni, campeã de votos no estado em 2022, enquanto o do PP seria Amin.
No entanto, até o segundo semestre do ano passado, estava tudo encaminhado para o seguimento do acordo, até que o ex-presidente Jair Bolsonaro impôs aos aliados a candidatura de seu filho Carlos para a disputa ao Senado por Santa Catarina, o que tiraria De Toni da “jogada”.
Continua após a publicidade
Desde então, a parlamentar abriu negociações com outras legendas para que, com uma possível migração, dispute o Senado. O destino partidário de Carol De Toni segue sem definição.
O que diz Esperidião Amin
Em meio ao imbróglio, o senador catarinense Esperidião Amin (PP) afirmou ao Radar, na última terça-feira, 17, que ninguém poderá impedi-lo de ser candidato.
O parlamentar pontuou que não existe a possibilidade de uma mesma chapa ter três candidaturas ao Senado e reforçou ter o apoio da federação composta por PP e União para participar da corrida eleitoral.
Amin quer concorrer mais uma vez ao Senado e seu partido teria garantido um espaço na chapa de Mello à reeleição ao governo de Santa Catarina. A outra posição seria de Carlos Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, representando o PL.
Domine o fato. Confie na fonte.
15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.
OFERTA LIBERE O CONTEÚDO
Digital Completo
A notícia em tempo real na palma da sua mão!
Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
MELHOR OFERTA
Revista em Casa + Digital Completo
Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
De: R$ 55,90/mês
A partir de R$ 29,90/mês
*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.

Continua após publicidade
Presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto afirmou ao Radar nesta quarta-feira que a decisão sobre a permanência da deputada federal Caroline De Toni na sigla para disputar o Senado, neste ano, por Santa Catarina, caberá ao governador catarinense Jorginho Mello (PL). A informação também foi confirmada por interlocutores do governador.
No início de fevereiro, Jorginho declarou em evento da Frente Parlamentar pelo Livre Mercado (FPLM), em Brasília, que apoiará as candidaturas de De Toni e Carlos Bolsonaro, também do PL, à Casa Alta pelo estado catarinense.
Caso, de fato, Jorginho defina que a deputada poderá disputar o Senado pelo PL catarinense, a decisão irá contra os planos de Valdemar, que mantém acordo com o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), para apoiar a reeleição do senador Esperidião Amin (PP-SC).
Pelo acordo inicial, o PL lançaria um candidato, enquanto o PP lançaria outro, ambos com apoio de Jorginho Mello. A candidata natural do PL seria De Toni, campeã de votos no estado em 2022, enquanto o do PP seria Amin.
No entanto, até o segundo semestre do ano passado, estava tudo encaminhado para o seguimento do acordo, até que o ex-presidente Jair Bolsonaro impôs aos aliados a candidatura de seu filho Carlos para a disputa ao Senado por Santa Catarina, o que tiraria De Toni da “jogada”.
Continua após a publicidade
Desde então, a parlamentar abriu negociações com outras legendas para que, com uma possível migração, dispute o Senado. O destino partidário de Carol De Toni segue sem definição.
O que diz Esperidião Amin
Em meio ao imbróglio, o senador catarinense Esperidião Amin (PP) afirmou ao Radar, na última terça-feira, 17, que ninguém poderá impedi-lo de ser candidato.
O parlamentar pontuou que não existe a possibilidade de uma mesma chapa ter três candidaturas ao Senado e reforçou ter o apoio da federação composta por PP e União para participar da corrida eleitoral.
Amin quer concorrer mais uma vez ao Senado e seu partido teria garantido um espaço na chapa de Mello à reeleição ao governo de Santa Catarina. A outra posição seria de Carlos Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, representando o PL.
Domine o fato. Confie na fonte.
15 marcas que você confia. Uma assinatura que vale por todas.
OFERTA LIBERE O CONTEÚDO
Digital Completo
A notícia em tempo real na palma da sua mão!
Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
MELHOR OFERTA
Revista em Casa + Digital Completo
Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
De: R$ 55,90/mês
A partir de R$ 29,90/mês
*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.













