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Presidente do Senado e do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP) tem dito a interlocutores de seu círculo mais próximo que terá muita cautela ao analisar o pedido de criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar as acusações de fraudes contra o Banco Master.
A justificativa que o amapaense apresentou a aliados durante o recesso é de que ele não permitirá que mecanismos legítimos do Poder Legislativo, como a investigação parlamentar, sejam “instrumentalizados” contra ou a favor do governo Lula em pleno ano eleitoral, com a promessa de uma acirradíssima disputa presidencial pela frente.
A batida que a Polícia Federal fez nesta sexta-feira, 6, na Amapá Previdência (Amprev), gestora do fundo de previdência dos servidores do estado, oferece um motivo mais concreto para a conduta cuidadosa de Alcolumbre. Comandada por um indicado dele, que foi alvo de busca e apreensão da PF, a autarquia investiu 400 milhões de reais em letras financeiras do Banco Master em 2024.
Na abertura do ano legislativo, o chefe do Senado declarou que o país precisava “de diálogo, de bom senso e de paz” entre os “grupos que defendem ideologias diferentes”, as “instituições nacionais” e os Poderes da República.
“Assumo como presidente do Congresso Nacional” o compromisso de “não ampliar conflitos, mas ajudar a resolvê-los; não estimular extremismos, mas construir consensos possíveis; não fugir das tensões próprias da vida democrática, mas tratá-las com seriedade e com maturidade”, afirmou o senador.
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Ao mesmo tempo em que faz essas ponderações, Alcolumbre admite, em conversas reservadas, que a pressão é “grande” para dar andamento a pedidos como o de abertura da CPMI do Master, protocolado no início da semana com apoio de 42 senadores e 238 deputados.
Em depoimento a investigadores da PF, o banqueiro Daniel Vorcaro deixou um recado no ar sobre as tão alardeadas conexões que ele teria nos Três Poderes da República. “Se eu tenho tantas relações políticas, como estão dizendo, eu não estaria com a operação do BRB negada, eu não estaria aqui de tornozeleira, eu não teria sido preso e não estava com a minha família sofrendo o que a gente está sofrendo”, disse o executivo.
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Na abertura do ano legislativo, o chefe do Senado declarou que o país precisava “de diálogo, de bom senso e de paz” entre os “grupos que defendem ideologias diferentes”, as “instituições nacionais” e os Poderes da República.
“Assumo como presidente do Congresso Nacional” o compromisso de “não ampliar conflitos, mas ajudar a resolvê-los; não estimular extremismos, mas construir consensos possíveis; não fugir das tensões próprias da vida democrática, mas tratá-las com seriedade e com maturidade”, afirmou o senador.
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Em depoimento a investigadores da PF, o banqueiro Daniel Vorcaro deixou um recado no ar sobre as tão alardeadas conexões que ele teria nos Três Poderes da República. “Se eu tenho tantas relações políticas, como estão dizendo, eu não estaria com a operação do BRB negada, eu não estaria aqui de tornozeleira, eu não teria sido preso e não estava com a minha família sofrendo o que a gente está sofrendo”, disse o executivo.
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