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‘Quem não erra?’, responde Tarcísio sobre falha de monitor em escola cívico-militar

manchete by manchete
7 de fevereiro de 2026
in Educação
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‘quem-nao-erra?’,-responde-tarcisio-sobre-falha-de-monitor-em-escola-civico-militar

‘Quem não erra?’, responde Tarcísio sobre falha de monitor em escola cívico-militar

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou “quem não erra?” ao ser indagado sobre erros de grafia em orientações escritas por monitores durante o primeiro dia de aula do ano letivo em uma escola cívico-militar em Caçapava (SP), na última semana.

Durante a atividade sobre comandos militares, as palavras “descançar” (descansar) e “continêcia” (continência) foram escritas no quadro. Após ser alertado, o monitor corrigiu os termos ainda durante a aula.

“Quem não erra? Você trabalha com comunicação, você nunca errou?”, questionou Tarcísio nesta sexta-feira (6), em entrevista à TV Vanguarda, afiliada da TV Globo no Vale do Paraíba.

Tarcísio afirmou que o militar que escreveu as palavas erradas no quadro não estava no local para dar aula e que isso não iria interferir na pedagogia.

“Não é palestra, ele está ensinando ordem unida. Ele está lá para ensinar postura. O que ele está tentando ali? A gente vai ter uma atitude de respeito na chegada do professor, vai apresentar uma turma para o professor, a gente vai cantar o hino nacional, hastear uma bandeira. Qual o problema disso?”

“Ele [monitor] vai entrar na pedagogia, vai dar aula para aluno? Não. Para isso nós temos nossos professores. Os professores estão passando por formação continuada”, completou.

Na sequência, enumerou avanços que vê do seu governo na educação. E lembrou que as escolas cívicos-militares estão “onde a comunidade escolar escolheu”. “Quem está na escola cívico-militar está lá de forma voluntária”, afirmou, sobre os monitores.

“Cometer um erro no quadro é uma pena, o erro não é legal, mas eles não estão lá para isso, não são professores”, disse. “A gente não pode crucificar uma pessoa porque ela cometeu um erro no quadro e ela não está lá para isso, ela não é professor.”

Ao ser questionado se os pais não iriam ficar decepcionados pelo que ocorreu logo no primeiro dia de aula, Tarcisio afirmou achar que não. “Ele [monitor] não está lá para isso. Ele não vai trabalhar conteúdos com os alunos.”

A atividade fazia parte de uma apresentação inicial relacionada à ordem unida, conjunto de movimentos padronizados comuns à formação militar, conduzida por policiais militares aposentados que atuam como monitores no modelo cívico-militar adotado pela rede estadual.

O episódio motivou críticas sobre os limites da atuação desses profissionais, uma vez que a secretaria havia informado anteriormente que os monitores não entrariam em sala de aula e não ministrariam atividades pedagógicas.

Todos os monitores do Programa Escola Cívico-Militar, conforme a gestão estadual, serão submetidos a processos semestrais de avaliação de desempenho para verificar adaptação e permanência em cada unidade escolar.

Em nota na segunda-feira, a Secretaria de Educação disse que os monitores militares não exercem função pedagógica e que não faz parte da rotina entrarem na sala.

A pasta reforçou ainda que todo o conteúdo pedagógico é elaborado e aplicado pelos docentes da escola. E, neste início de implementação, os monitores estão passando orientações sobre as atividades de disciplina e promoção de valores cívicos.

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou “quem não erra?” ao ser indagado sobre erros de grafia em orientações escritas por monitores durante o primeiro dia de aula do ano letivo em uma escola cívico-militar em Caçapava (SP), na última semana.

Durante a atividade sobre comandos militares, as palavras “descançar” (descansar) e “continêcia” (continência) foram escritas no quadro. Após ser alertado, o monitor corrigiu os termos ainda durante a aula.

“Quem não erra? Você trabalha com comunicação, você nunca errou?”, questionou Tarcísio nesta sexta-feira (6), em entrevista à TV Vanguarda, afiliada da TV Globo no Vale do Paraíba.

Tarcísio afirmou que o militar que escreveu as palavas erradas no quadro não estava no local para dar aula e que isso não iria interferir na pedagogia.

“Não é palestra, ele está ensinando ordem unida. Ele está lá para ensinar postura. O que ele está tentando ali? A gente vai ter uma atitude de respeito na chegada do professor, vai apresentar uma turma para o professor, a gente vai cantar o hino nacional, hastear uma bandeira. Qual o problema disso?”

“Ele [monitor] vai entrar na pedagogia, vai dar aula para aluno? Não. Para isso nós temos nossos professores. Os professores estão passando por formação continuada”, completou.

Na sequência, enumerou avanços que vê do seu governo na educação. E lembrou que as escolas cívicos-militares estão “onde a comunidade escolar escolheu”. “Quem está na escola cívico-militar está lá de forma voluntária”, afirmou, sobre os monitores.

“Cometer um erro no quadro é uma pena, o erro não é legal, mas eles não estão lá para isso, não são professores”, disse. “A gente não pode crucificar uma pessoa porque ela cometeu um erro no quadro e ela não está lá para isso, ela não é professor.”

Ao ser questionado se os pais não iriam ficar decepcionados pelo que ocorreu logo no primeiro dia de aula, Tarcisio afirmou achar que não. “Ele [monitor] não está lá para isso. Ele não vai trabalhar conteúdos com os alunos.”

A atividade fazia parte de uma apresentação inicial relacionada à ordem unida, conjunto de movimentos padronizados comuns à formação militar, conduzida por policiais militares aposentados que atuam como monitores no modelo cívico-militar adotado pela rede estadual.

O episódio motivou críticas sobre os limites da atuação desses profissionais, uma vez que a secretaria havia informado anteriormente que os monitores não entrariam em sala de aula e não ministrariam atividades pedagógicas.

Todos os monitores do Programa Escola Cívico-Militar, conforme a gestão estadual, serão submetidos a processos semestrais de avaliação de desempenho para verificar adaptação e permanência em cada unidade escolar.

Em nota na segunda-feira, a Secretaria de Educação disse que os monitores militares não exercem função pedagógica e que não faz parte da rotina entrarem na sala.

A pasta reforçou ainda que todo o conteúdo pedagógico é elaborado e aplicado pelos docentes da escola. E, neste início de implementação, os monitores estão passando orientações sobre as atividades de disciplina e promoção de valores cívicos.

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