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Interlocutores de Luiz Inácio Lula da Silva viram com bons olhos a decisão do presidente da Câmara, Hugo Motta, de se deslocar para Brasília para acompanhar o lançamento da Plataforma da Reforma Tributária do Consumo, infraestrutura digital que vai sustentar a implementação da CBS e do IBS.
Apesar de ser recesso parlamentar, o paraibano viajou a Brasília para acompanhar a cerimônia ao lado do petista.
O comportamento foi visto com um gesto de Motta e representaria uma disposição do chefe do Legislativo em atuar mais alinhado ao Executivo em pleno ano eleitoral.
Ao longo de 2025, o presidente da Câmara viveu alguns embates com o governo e chegou até a romper publicamente com o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias.
Durante evento desta semana, Motta fez questão de mencionar nominalmente Lindbergh, o que também foi interpretado como um aceno de aproximação.
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Um alinhamento maior interessa aos dois lados. De um lado, Motta não ficaria tão refém de um apoio do Centrão para ser reconduzido ao comando da Câmara em 2027, caso seja reeleito, e ampliaria as chances do pai, Nabor Wanderley, que será candidato a uma cadeira no Senado pela Paraíba, estado majoritariamente lulista. De outro, o governo teria menor risco de surpresas negativas vindo do Legislativo e contaria com importante ator para fazer com. que suas prioridades sejam levadas em consideração pela Câmara.

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Interlocutores de Luiz Inácio Lula da Silva viram com bons olhos a decisão do presidente da Câmara, Hugo Motta, de se deslocar para Brasília para acompanhar o lançamento da Plataforma da Reforma Tributária do Consumo, infraestrutura digital que vai sustentar a implementação da CBS e do IBS.
Apesar de ser recesso parlamentar, o paraibano viajou a Brasília para acompanhar a cerimônia ao lado do petista.
O comportamento foi visto com um gesto de Motta e representaria uma disposição do chefe do Legislativo em atuar mais alinhado ao Executivo em pleno ano eleitoral.
Ao longo de 2025, o presidente da Câmara viveu alguns embates com o governo e chegou até a romper publicamente com o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias.
Durante evento desta semana, Motta fez questão de mencionar nominalmente Lindbergh, o que também foi interpretado como um aceno de aproximação.
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Um alinhamento maior interessa aos dois lados. De um lado, Motta não ficaria tão refém de um apoio do Centrão para ser reconduzido ao comando da Câmara em 2027, caso seja reeleito, e ampliaria as chances do pai, Nabor Wanderley, que será candidato a uma cadeira no Senado pela Paraíba, estado majoritariamente lulista. De outro, o governo teria menor risco de surpresas negativas vindo do Legislativo e contaria com importante ator para fazer com. que suas prioridades sejam levadas em consideração pela Câmara.













