Enquanto a Xiaomi aposta em agressividade no preço e a Huawei em tecnologia nacional de ponta, a Oppo escolheu um novo posicionamento: sair na frente na briga por confiança.
No Brasil, o estereótipo do “xing-ling” — termo pejorativo para produtos chineses baratos, copiados e de baixa qualidade — começou a perder força a partir de 2019, com a volta da Xiaomi e seu portfólio de bom custo-benefício. Mas ainda falta.
A resposta da Oppo é o Apex Guard, um sistema criado para “provar” resistência e performance em hardware e software, dos modelos básicos aos topo de linha. O que os engenheiros do campus de Shenzhen queriam mostrar era a busca pela inovação que sobrevive ao tempo.
“Sem um padrão universal que separe o comum do excepcional, ‘qualidade’ se tornou um termo vazio. Em um mercado onde toda marca de smartphone afirma oferecer a melhor qualidade, como os usuários podem realmente saber qual dispositivo será confiável como seu companheiro digital pelos próximos três ou quatro anos? É aí que entra o Oppo Apex Guard”, disse a marca no lançamento.
A Oppo tornou qualidade um argumento mensurável, capaz de suportar o escrutínio internacional. Empresas globais líderes em certificação (TÜV Rheinland, TÜV SÜD e SGS) validam os mais de 180 testes, que se propõem a ser fora do padrão da indústria.
Os aparelhos passam por cenários de impacto profundo (quedas, torções, pressão no bolso, congelamento), imersos em diferentes tipos de líquidos (de leite a refrigerante) e usados para jogar ou filmar por horas. Máquinas robóticas simulam essas situações ininterruptamente.
























