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Com Hermés Galvão, a gente nunca precisa ficar arrumando assunto — ele tem os melhores. É capaz de transformar as mais banais histórias nas melhores situações, porque o humor traz em si esse poder. Morando em Portugal há oito anos; que fossem décadas, nada muda o seu espírito carioca, e nada afeta suas melhores histórias com o Rio. Era meio isso que se comentava de diferentes maneiras na fila do lançamento de “A sangue quente” (editora Labrador), na Argumento (Leblon), terceiro livro desse jornalista, que também é fisioterapeuta, e leva aonde for sua marra que, por suposto, vem desde as fraldas.
Os outros dois são “Como viajar sozinho em tempos de crise existencial e financeira” e “Granado 150 anos”. Os amigos têm boas histórias com Hermés, quase sempre com alguma leveza e deboche, melhor ainda com uma caipirinha de limão, a mais ácida de todas — para dar uma graça nesta vida. Na apresentação do livro: “Essas histórias não são exatamente ficção tampouco garantem que sejam realidade!”
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Com Hermés Galvão, a gente nunca precisa ficar arrumando assunto — ele tem os melhores. É capaz de transformar as mais banais histórias nas melhores situações, porque o humor traz em si esse poder. Morando em Portugal há oito anos; que fossem décadas, nada muda o seu espírito carioca, e nada afeta suas melhores histórias com o Rio. Era meio isso que se comentava de diferentes maneiras na fila do lançamento de “A sangue quente” (editora Labrador), na Argumento (Leblon), terceiro livro desse jornalista, que também é fisioterapeuta, e leva aonde for sua marra que, por suposto, vem desde as fraldas.
Os outros dois são “Como viajar sozinho em tempos de crise existencial e financeira” e “Granado 150 anos”. Os amigos têm boas histórias com Hermés, quase sempre com alguma leveza e deboche, melhor ainda com uma caipirinha de limão, a mais ácida de todas — para dar uma graça nesta vida. Na apresentação do livro: “Essas histórias não são exatamente ficção tampouco garantem que sejam realidade!”
























