“Todo mundo pode apostar no que quiser, é assim que funciona o mercado. Mas se você entendeu por flexibilidade que a gente vai fazer ou não vai fazer algo, por sua conta e risco, nós vamos aberto”, afirmou.
Ele afirmou que, enquanto o BC pode tomar as decisões sobre a política monetária e juros, a política fiscal, de gastos, depende de conversas de vários agentes.
Na economia também, toda decisão que você toma vai desagradar alguém, não tem jeito. Mas o Banco Central, a política monetária, consegue tomar essa decisão, ainda que ela gere críticas. Na política fiscal, ela demanda mesmo esse tipo de negociação com diversos atores, outros ministérios, poder legislativo, poder executivo. Então, esse processo tem que ser construído.
Questão fiscal é responsabilidade de todos
Galípolo também falou sobre as discussões em torno dos gastos do governo e da política fiscal.
Eu acho que a boa notícia que todos nós temos é essa disposição que existe, do Executivo e do Legislativo, junto, discutindo, de você avançar no setor privado, que também está na mesa, com uma agenda estrutural que possa sinalizar uma sustentabilidade do ponto de vista da dívida e das contas públicas.
























