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Presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) criticou há pouco a ministra Simone Tebet, do Planejamento e Orçamento, por ter alegado que o Congresso Nacional “sequestra” parte do Orçamento por meio de emendas parlamentares.
Para Motta, a ministra está “equivocada”, já que o Legislativo aloca recursos públicos não para fins de “desvio”, mas para garantir “equilíbrio entre os poderes”.
“As emendas parlamentares dão voz aos estados, aos municípios e às prioridades reais da população. Divergências fazem parte da democracia, mas é preciso cuidado com palavras que deslegitimam o papel do Parlamento”, completou o presidente da Câmara.
A declaração da ministra teria sido dada enquanto discursava na cerimônia de lançamento do Observatório da Qualidade do Gasto Público, iniciativa capitaneada pelo Insper, em São Paulo, nesta sexta, 30.
Na mesma ocasião, Tebet confirmou que deve deixar a chefia da pasta no final de março para disputar uma cadeira no Senado nas eleições de 2026. Segundo a ministra, não ficou ainda definido se a candidatura será disputada em São Paulo ou no Mato Grosso do Sul, seu estado de origem.
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Presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) criticou há pouco a ministra Simone Tebet, do Planejamento e Orçamento, por ter alegado que o Congresso Nacional “sequestra” parte do Orçamento por meio de emendas parlamentares.
Para Motta, a ministra está “equivocada”, já que o Legislativo aloca recursos públicos não para fins de “desvio”, mas para garantir “equilíbrio entre os poderes”.
“As emendas parlamentares dão voz aos estados, aos municípios e às prioridades reais da população. Divergências fazem parte da democracia, mas é preciso cuidado com palavras que deslegitimam o papel do Parlamento”, completou o presidente da Câmara.
A declaração da ministra teria sido dada enquanto discursava na cerimônia de lançamento do Observatório da Qualidade do Gasto Público, iniciativa capitaneada pelo Insper, em São Paulo, nesta sexta, 30.
Na mesma ocasião, Tebet confirmou que deve deixar a chefia da pasta no final de março para disputar uma cadeira no Senado nas eleições de 2026. Segundo a ministra, não ficou ainda definido se a candidatura será disputada em São Paulo ou no Mato Grosso do Sul, seu estado de origem.
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