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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização de todos os lotes de um produto que circulava como “Ozempic Natural”. O remédio era vendido sem registro sanitário, notificação ou cadastro junto ao órgão.
Segundo a resolução, publicada nesta quinta-feira, 6, no Diário Oficial da União, o produto era fabricado por uma empresa que não possui autorização de funcionamento da agência para fabricação de medicamentos.
A medida também determinou a apreensão e proibiu a distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso do produto.
Além disso, as ações de fiscalização também se aplicam a todos os medicamentos fabricados pela empresa responsável, Nelson Aparecido Granzioli, “bem como a quaisquer pessoas físicas/jurídicas ou veículos de comunicação que comercializem ou divulguem o produto“, diz a resolução.
Vale lembrar que produtos fabricados sem controle de qualidade aumentam o risco de eventos adversos e de prejuízos à saúde. Isso porque medicamentos sem registro podem conter ingredientes diferentes dos informados no rótulo ou concentrações inadequadas.
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Como saber se medicamento é autorizado pela Anvisa
Um medicamento autorizado é aquele que possui registro sanitário ou outra forma de regularização válida concedida pela Anvisa. Na prática, isso significa que o produto passou pelas etapas de fiscalização do órgão e pode ser fabricado, importado, distribuído, vendido e utilizado dentro das condições aprovadas.
Esses remédios atendem aos pré-requisitos estabelecidos pela Anvisa para garantir qualidade, segurança e eficácia.Para verificar se um medicamento é autorizado pela Anvisa, basta acessar a página oficial Consultas Anvisa. Na caixa do remédio, busque pelo nome do produto ou número do CNPJ da empresa que fabricou o medicamento.
Se a plataforma indicar que seu status é “ativo” ou “válido”, o produto está regularizado, ou seja, é autorizado pela Anvisa. Já se estiver “inativo” ou “inválido”, significa que o medicamento não está regularizado e seu uso é proibido pela agência.
Detergentes, Ozempic e mais: por dentro das operações da Anvisa

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização de todos os lotes de um produto que circulava como “Ozempic Natural”. O remédio era vendido sem registro sanitário, notificação ou cadastro junto ao órgão.
Segundo a resolução, publicada nesta quinta-feira, 6, no Diário Oficial da União, o produto era fabricado por uma empresa que não possui autorização de funcionamento da agência para fabricação de medicamentos.
A medida também determinou a apreensão e proibiu a distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso do produto.
Além disso, as ações de fiscalização também se aplicam a todos os medicamentos fabricados pela empresa responsável, Nelson Aparecido Granzioli, “bem como a quaisquer pessoas físicas/jurídicas ou veículos de comunicação que comercializem ou divulguem o produto“, diz a resolução.
Vale lembrar que produtos fabricados sem controle de qualidade aumentam o risco de eventos adversos e de prejuízos à saúde. Isso porque medicamentos sem registro podem conter ingredientes diferentes dos informados no rótulo ou concentrações inadequadas.
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Um medicamento autorizado é aquele que possui registro sanitário ou outra forma de regularização válida concedida pela Anvisa. Na prática, isso significa que o produto passou pelas etapas de fiscalização do órgão e pode ser fabricado, importado, distribuído, vendido e utilizado dentro das condições aprovadas.
Esses remédios atendem aos pré-requisitos estabelecidos pela Anvisa para garantir qualidade, segurança e eficácia.Para verificar se um medicamento é autorizado pela Anvisa, basta acessar a página oficial Consultas Anvisa. Na caixa do remédio, busque pelo nome do produto ou número do CNPJ da empresa que fabricou o medicamento.
Se a plataforma indicar que seu status é “ativo” ou “válido”, o produto está regularizado, ou seja, é autorizado pela Anvisa. Já se estiver “inativo” ou “inválido”, significa que o medicamento não está regularizado e seu uso é proibido pela agência.
Detergentes, Ozempic e mais: por dentro das operações da Anvisa


















