Microsoft liderou ganhos. Com um acréscimo de US$ 617 bilhões em valor de mercado, a líder em softwares e serviços em nuvem foi embalada pela reação positiva dos investidores aos seus resultados trimestrais.
Alphabet e Amazon vieram na sequência. As companhias tiveram, respectivamente, ganhos de US$ 451 bilhões e US$ 424 bilhões, respondendo pela maior parte da expansão líquida observada no período.
Na direção contrária, Apple, Nvidia, Meta Platforms e Tesla registraram perdas de valor de mercado. A Apple encolheu US$ 354 bilhões, enquanto a Nvidia perdeu US$ 148 bilhões. Já Meta e Tesla tiveram recuos de US$ 98 bilhões e US$ 7 bilhões, respectivamente.
Números evidenciam a crescente concentração de valor nas maiores empresas de tecnologia dos Estados Unidos. Em apenas uma semana, a riqueza criada pelas Seven Magnificents quase igualou o valor de mercado de todas as companhias listadas na bolsa brasileira, aponta o sócio fundador da Elos Ayta. O que reforça a distância entre as gigantes americanas e os principais mercados acionários de economias emergentes.
Para comparar, a nossa Petrobras, atualmente avaliada em aproximadamente US$ 117 bilhões, teria seu valor de mercado multiplicado por mais de sete para atingir o crescimento registrado pelas gigantes americanas apenas numa semana. Em outras palavras, o avanço das Seven Magnificents foi equivalente a cerca de 7,6 vezes o valor de mercado da estatal brasileira. Einar Rivero, sócio fundador da Elos Ayta
Mercado reagiu de forma diferente aos balanços das gigantes de tecnologia. O alto custo da inteligência artificial dividiu o desempenho das gigantes de tecnologia na Bolsa de valores, com alta da Microsoft e Amazon e quedas de Google e Meta. Na sexta-feira, investidores reagiram aos balanços de Apple e Amazon, que soltaram resultados na véspera.






















