12/06/2023 às 15h47min - Atualizada em 13/06/2023 às 00h00min

É a vez do Pix: como a modalidade pode beneficiar lojistas de marketplaces

Forma de pagamento foi a escolhida dos consumidores em 29% das vezes no ano passado, segundo relatório do Banco do Brasil

SALA DA NOTÍCIA MARIA LUCIA SOUZA
Freepik

 

O Pix foi o meio de pagamento digital mais utilizado em 2022, segundo o recém-divulgado Relatório de Economia Bancária, do Banco do Brasil. O estudo mostra que 29% das operações bancárias foram feitas com a modalidade. Em paralelo, 79% das transações financeiras foram realizadas pelo celular, mostrando a força dos dispositivos móveis para o comércio eletrônico. 

Em meio ao universo das compras pela internet, ganham força também os marketplaces, segmento que cresceu 3% no comparativo entre 2022 e 2021, registrando R$ 135,6 bilhões em vendas, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). O combo de sucesso formado pelas plataformas associadas ao Pix deve se repetir em 2023, e o Dia dos Namorados tem forte papel na previsão. 

Os marketplaces permitem que vários vendedores, de qualquer parte do país, possam oferecer seus produtos ao consumidor na mesma plataforma. Na prática, são lojas inseridas dentro de outra loja, como Mercado Livre, Amazon e Ifood. Para o consumidor, existem vantagens, como adquirir produtos de diferentes marcas na mesma compra, um só pagamento, acesso a pequenos comerciantes e mais ofertas, o que pode ser vantajoso em termos de preço. Para quem vende, é possível chegar a um maior número de clientes. Para os próprios marketplaces, é uma forma de aumentar o lucro, sem ser responsável por 100% da operação. 

“Antes do Pix, a taxa de abandono de carrinho de um marketplace era muito maior. Ele facilitou a compra porque gera menos fricção para o cliente, que não precisa passar por uma série de cadastros para fazer o pagamento. O varejista recebe o valor mais rápido, e consegue fazer o repasse automático aos parceiros comerciais, com tecnologia de split no caso dos marketplaces”, afirma Ticiana Amorim, CEO da Aarin, tech-fin especializado em Pix e embedded finance.   

A executiva recomenda máxima atenção em épocas de pico de vendas. Para Ticiana, é preciso considerar não somente questões relacionadas às vendas, mas também a tudo que envolve a satisfação do consumidor e dos parceiros do marketplace. 

“Além da necessidade de estar atento a aspectos ligados à venda em si, como estoque, prazo de entrega e logística, é importante ficar de olho no que envolve os meios de pagamento e o split. Há lojistas que esperam todo o ano por datas com picos de venda em seus nichos e no momento de maior volume, eles caem por falta de infraestrutura. A Arin é A1 de acordo com critérios do DICT (Diretório de Identificadores de Contas Transacionais), que inclui mais que 99,98% de estabilidade e isso faz a diferença tanto para o marketplace quanto para o parceiro comercial”, lembra Ticiana. 

Em datas importantes para o comércio, saber aproveitar as funcionalidades atuais faz toda a diferença para o varejista. O Pix é uma das ferramentas mais importantes atualmente, por ter sido tão bem recebida pelo consumidor e figurar entre as funções mais usadas. Prestar atenção nos gostos e hábitos do usuário é, geralmente, um caminho curto para o sucesso de vendas.

“Não adianta ter uma página atrativa, investir em marketing, fazer um trabalho de qualidade em todos os outros setores, e pecar quando o cliente vai concluir a compra. O varejista só tem a ganhar, oferecendo incentivos para que o consumidor utilize mais o Pix”, conclui Ticiana.
 

Sobre a Aarin

A Aarin é o primeiro hub tech-fin especializado em Pix e Embedded Finance no Brasil. Atualmente faz parte do grupo Bradesco e fornece serviços com enfoque financeiro incluso na experiência do usuário, possibilitando que qualquer empresa possa prestar serviços financeiros para sua base de clientes. Através do Smart Core, os negócios podem ofertar seus próprios serviços financeiros sem que precisem ser um banco. Nascida em Salvador (BA), a Aarin passou por M & A multimilionário com o grupo Bradesco em agosto de 2022, após seu primeiro aporte de R$ 2 milhões, em julho de 2020, liderado pela RB3 Participações, Cubos Venture Studio, executivos do Brasil, Estados Unidos e Espanha.

 


 
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