26/10/2023 às 13h48min - Atualizada em 27/10/2023 às 00h02min

Produtos inovadores aumentam biossegurança e amenizam desconforto durante coletas de sangue

Referência na fabricação de produtos para análises clínicas, FirstLab importa tubos de coleta, torniquete, agulhas entre outros utensílios que proporcionam bem-estar aos pacientes

Jéssica Amaral - DePropósito Comunicação
www.depropositocomunica.com
Priscila Fiedler

Segundo a literatura médica, os exames laboratoriais fornecem informações que embasam aproximadamente 70% das decisões médicas. Basta uma simples coleta de sangue para verificar a condição de saúde de um indivíduo e extrair dados imprescindíveis para fins de diagnóstico e prognóstico, prevenção e estabelecimento de riscos para inúmeras doenças e definição de tratamento. Amplamente solicitadas pelos médicos, os exames detectam diversas alterações no organismo e devem ser realizados periodicamente para assegurar o bem-estar e a qualidade de vida dos pacientes.

Existem três tipos de procedimentos para o exame: sistema aberto, sistema fechado e punção digital. O primeiro utiliza seringa e agulha e é a técnica mais antiga para a coleta de sangue venoso. Porém, pode gerar uma série de problemas: risco de acidente com o material perfurocortante no momento de transferir o sangue para o frasco a vácuo e descarte do material, comprometimento da qualidade da amostra devido à proporção incorreta de sangue/aditivo, comprometimento da amostra devido à hemólise, liberação dos constituintes intracelulares para o plasma ou soro quando ocorre a ruptura das células do sangue. A hemólise é a principal causa de rejeição de amostras em laboratórios, seguido de formação de microcoágulos e de fibrina, gerando incômodo para o paciente em casos de múltiplas coletas.

Já o sistema fechado é a coleta de sangue a vácuo, utilizada na maioria dos laboratórios em todo o mundo. Sua principal característica é a possibilidade de coleta múltipla de tubos com agilidade e segurança em uma única punção, o que aumenta o conforto do paciente. Esse método traz outros benefícios como maior qualidade do material examinado: as propriedades do sangue continuam estáveis e isso faz com que os resultados sejam mais confiáveis e assertivos, e a quantidade de anticoagulante/ativador de coágulo é proporcional ao volume de sangue a ser coletado, gerando uma amostra de qualidade.

Além disso, o método garante segurança para o profissional ao impedir o contato direto com a amostra e é de fácil manuseio. Esse tipo de coleta também favorece casos de pacientes que apresentam acessos venosos difíceis como crianças, pessoas que realizam quimioterapia, entre outros. 

O terceiro e último procedimento é a punção digital, na qual normalmente a amostra sanguínea é retirada da ponta dos dedos com uma lanceta. Ela é muito usada para medir a quantidade de glicose no sangue de diabéticos, auxiliando durante o tratamento da doença.Outra grande utilização da coleta digital é para diagnóstico Point Of Care, em que é possível realizar diversos exames utilizando apenas algumas gotas de sangue retiradas da ponta do dedo.

Cuidados

Embora seja realizada em poucos minutos, a coleta de sangue exige uma série de cuidados para atender normas de biossegurança. De acordo com Camila Wandscheer, analista de laboratório da Unimed Laboratório, no momento do cadastro, devem ser adotados todos os critérios para a identificação correta do paciente e a conferência na guia de exames. Posteriormente, na sala de coleta, a conferência dos dados é feita novamente e há uma solicitação para que o paciente confirme seus dados na etiqueta, evitando que haja troca de amostras. 

Em seguida, o responsável pelo procedimento precisa higienizar as mãos e calçar as luvas, posicionar o braço do paciente no suporte e, com o auxílio de um garrote, identificar o melhor acesso e qual calibre de agulha será utilizado. Após essa verificação, o profissional solta o garrote do braço do paciente para restabelecer o fluxo sanguíneo e segue para a separação do material a ser utilizado.

Na sequência, o coletador coloca novamente o garrote no braço do paciente, identifica o local da coleta, realiza a assepsia da pele com álcool, espera a secagem e realiza a punção num ângulo de 35° a 45° graus. Nesse momento, é inserido o primeiro tubo de coleta e quando o sangue flui dentro dele, o profissional solta o garrote, aguarda seu preenchimento, retira e coleta os demais tubos do paciente seguindo a sequência correta de frascos, de acordo com seu aditivo. Ao finalizar o procedimento, o coletador remove a agulha do braço do paciente, ativa o dispositivo de segurança da agulha e despreza a agulha da caixa de descartes. 

Paralelamente a esse processo, é realizada a compressão no local da punção por três ou cinco minutos, caso o paciente utilize anticoagulante. É necessário que o coletador identifique os tubos na presença do paciente e solicite novamente a confirmação de seus dados. Em seguida, ele deve colocar o curativo adesivo e orientar o paciente a não dobrar o braço por 20 minutos ou carregar peso por duas horas para evitar a formação de hematomas.

Menos incômodo e preservação da integridade das amostras

Com expertise na fabricação de produtos para análises clínicas, a FirstLab importa torniquetes, agulhas, escalpes, seringas, tubos de coleta, curativos e caixa para descarte de perfurocortante para proporcionar mais segurança e diminuir o desconforto dos pacientes durante as coletas de sangue. “A grande vantagem dos tubos a vácuo é não permitir que a amostra entre em contato com o meio externo, além disso tubos de plástico estão expostos a menor frequência de acidentes. Nossas agulhas são todas trifacetadas o que facilita a perfuração da pele do paciente, gerando mais conforto e menos dor”, explica Amanda Rodrigues, assessora científica da FirstLab.

A FirstLab também desenvolveu microtubos para coleta de sangue e lancetas de segurança para garantir a integridade e a qualidade das amostras de sangue e diminuir fatores de interferência. Os microtubos de coleta são excelentes para amostras de sangue com pouco volume quando não é possível realizar a coleta convencional, como em neonatos, idosos, obesos e pacientes em UTI. Os materiais são fabricados em polipropileno e as tampas em polietileno (PE) com código de cores, volume de 0,5 ml e registro na ANVISA. As lancetas oferecem suporte na punção para a coleta do sangue capilar e dispõem de um mecanismo de segurança que impede sua reutilização, além de reduzirem a dor do paciente.

Espaço kids e acolhimento

Exames de sangue podem gerar muito estresse e sofrimento para crianças. Por isso, a Unimed Laboratório proporciona acolhimento e um espaço kids criado para facilitar a coleta infantil. “Nossas salas de coleta possuem um ambiente lúdico e nossa equipe transmite empatia e acolhimento à família. Esse ambiente facilita que a coleta infantil aconteça de forma mais segura, pois os pais e as crianças se sentem mais tranquilos e os profissionais conseguem direcionar o procedimento de coleta com mais segurança para todos os envolvidos. Após a coleta as crianças recebem um certificado de coragem, para demonstrar o quanto foram fortes e corajosos, temos também tatuagens, balões e pirulitos, assim as crianças saem da coleta mais felizes”, relata Camila.

Quando o paciente tem medo de agulha, o laboratório, que é um dos clientes da FirstLab, também utiliza o escalpe, conhecido como agulha de bebê devido à espessura mais fina. “Temos profissionais experientes e carinhosos que entendem o momento de desconforto e/ou medo, e possuímos maca para possibilitar a coleta na posição horizontal nos casos em que a pessoa sabe que desmaia ou quando tem muito medo e pode acabar desmaiando”, complementa.

Além disso, a Unimed usa tubos de menor volume, chamados de tubos pediátricos, para obter melhor aproveitamento das amostras, reduzir o risco de recoletas e garantir a melhor experiência possível para os pacientes.

Sobre a FirstLab

A FirstLab faz parte de um grupo sólido de empresas que trabalham pela vida, com mais de 25 anos de atuação e grande conhecimento no mercado da saúde. Desenvolve e fabrica produtos e equipamentos para Laboratórios de Análises Clínicas, promovendo segurança, inovação e tecnologia nas rotinas laboratoriais sempre pensando na sustentabilidade e atuando com responsabilidade. Mais informações: https://firstlab.ind.br/

Sobre a Unimed Laboratório

A Unimed Laboratório é a maior rede de análises clínicas de Curitiba e região metropolitana, com estrutura completa para cuidar da saúde e bem-estar, com a qualidade e excelência Unimed. Além de exames laboratoriais e vacinas, também realiza testes e exames genéticos pela UniGenne, área especializada em diagnóstico genético molecular. Ao todo, são 21 unidades nas cidades de Curitiba, Araucária, Campo Largo, Fazenda Rio Grande, Pinhais e São José dos Pinhais. A Megaunidade (Av. Iguaçu, 1815, Água Verde) proporciona, a visualização do local no qual as análises são realizadas, ambiente próprio para crianças, equipamento especial para encontrar veias difíceis durante a coleta de sangue, pesquisa de qualidade on-line e café especial para o desjejum. Mais informações no site www.unimedlab.com.br  


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