05/09/2023 às 10h26min - Atualizada em 09/09/2023 às 00h01min

Laboratória expande sua atuação e passa a formar mulheres em 11 países da América Latina

A edtech amplia seu alcance na Bolívia, Costa Rica, Panamá, Paraguai e Uruguai, buscando aumentar a participação feminina na indústria tecnológica

Christiane Assef Nociti
Divulgação
Laboratória, organização que promove a inclusão de mulheres na indústria tecnológica, anuncia sua expansão para novos países da América Latina. Agora, mulheres da Bolívia, Costa Rica, Panamá, Paraguai e Uruguai, além de Brasil, Colômbia, México, Chile, Peru e Equador, terão a oportunidade de se candidatar para os bootcamps -programas intensivos de formação em tecnologia- e dar o primeiro passo em sua carreira. Com essa expansão, a Laboratória passa a estar presente em 11 países do continente. Essa conquista representa a consolidação da organização e seu compromisso em oferecer oportunidades no setor da tecnologia para mulheres talentosas que buscam transformar suas carreiras.

"Estamos emocionadas em expandir nosso impacto na América Latina e abrir nossas portas para as mulheres da Bolívia, Costa Rica, Panamá, Paraguai e Uruguai", afirma Regina Acher, cofundadora da Laboratória no Brasil e CMO global da organização. "Nossa missão é entregar uma formação integral e de qualidade em tecnologia e life skills, empoderando mulheres para que tenham acesso a empregos de qualidade em um setor tradicionalmente dominado por homens. Acreditamos firmemente na importância da diversidade e da inclusão para impulsionar a inovação e o progresso, sobretudo na América Latina".

A chegada da Laboratoria aos novos países não apenas amplia as oportunidades para as mulheres interessadas em tecnologia, mas também destaca a importância de trazer mais diversidade ao setor. A lacuna de gênero na tecnologia é um desafio que ainda persiste: cerca de 23% dos que trabalham em TI na América Latina são mulheres, de acordo com um estudo da IT Talent. No Brasil, a edtech está indo para sua 12ª turma do bootcamp e as inscrições no site https://bootcamp.laboratoria.la/pt vão até o dia 17/09.

Para se candidatar, a mulher não precisa ter experiência prévia em tecnologia. Porém, é obrigatório que tenha no mínimo 18 anos; identifique-se como mulher; não esteja cursando uma universidade presencial durante o bootcamp, pois a formação requer dedicação integral e disponibilidade para frequentar as aulas por 4 horas por dia, 5 vezes por semana, durante 6 meses. O curso é remoto, mas as alunas precisam viver em território nacional. 

Sobre a Laboratória

Na Laboratória trabalhamos para construir uma economia digital mais diversa, inclusiva e competitiva que crie oportunidades para que todas as mulheres possam desenvolver seu potencial. Para cumprir nossa missão, oferecemos um bootcamp em que proporcionamos o desenvolvimento de habilidades técnicas e socioemocionais para que essas mulheres comecem uma carreira na área tech. Conectamos as graduadas a oportunidades de emprego de qualidade no setor e temos uma comunidade vibrante de graduadas que se apoiam mutuamente no crescimento de cada uma para que se tornem futuras líderes na América Latina. Mais de 3.300 mulheres já passaram pelo bootcamp da Laboratória no Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México e Peru, e 82% delas conseguiram um emprego na área tech após o bootcamp. Somos uma fonte de talentos para mais de 1.100 empresas, promovendo a diversidade nas organizações e garantindo uma  cultura de trabalho mais diversa e inclusiva. 
 
 
 

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