26/05/2023 às 11h03min - Atualizada em 29/05/2023 às 00h01min

A lipoaspiração e o papel revolucionário do Argoplasma

O cirurgião plástico Dr. Cauê Jorge é pioneiro no uso da tecnologia em Ribeirão Preto (SP)

SALA DA NOTÍCIA Brado Comunicação
Divulgação
Há décadas, a lipoaspiração tem sido amplamente adotada como um método eficaz para remodelar e redefinir os contornos do corpo. Este procedimento, que envolve a remoção cirúrgica de depósitos de gordura, foi recentemente aprimorado pela inovação do Argoplasma, elevando essa técnica a novos patamares de precisão e eficácia.

O cirurgião Dr. Cauê Jorge, pioneiro no uso da tecnologia em Ribeirão Preto (SP), comenta que um dos principais desafios da lipoaspiração tradicional é a flacidez potencial da pele após o procedimento. Para enfrentar esse problema, várias tecnologias surgiram com o objetivo de melhorar a retração cutânea, minimizando assim a flacidez.

“A mais recente dessas tecnologias emergentes é o uso do Argoplasma, um estado do gás argônio que apresenta temperaturas mais elevadas e suas moléculas possuem carga elétrica, sendo aplicado por uma cânula semelhante à de lipoaspiração, usando as mesmas incisões de uma lipoaspiração tradicional”, diz o especialista.

Assim, o Argoplasma é gerado pela aplicação de uma corrente elétrica ao gás argônio, que o transforma em plasma. Este plasma de alta temperatura, quando empregado em procedimentos de lipoaspiração, auxilia na liquefação da gordura e, principalmente, estimula a retração da pele.
O cirurgião também comenta que este fenômeno de retração cutânea ocorre em duas etapas.

“A primeira é imediata e é desencadeada pelo aumento da temperatura, resultando em um processo conhecido como desnaturação térmica do colágeno. Neste estágio, as fibras de colágeno se contraem e reorganizam, criando uma rede de colágeno mais densa e compacta através da formação de novas ligações entre as fibras. Já a segunda etapa ocorre nos meses subsequentes (em média, 9 meses)”.


O plasma em alta temperatura provoca danos minúsculos e específicos nas fibras de colágeno e elastina existentes. Estas "lesões" são percebidas pelo corpo como uma ferida, desencadeando um processo de regeneração no local. Esse processo inclui a liberação de vários fatores de crescimento e citocinas que estimulam a produção de novo colágeno e elastina. Então, com a formação destas novas proteínas, a estrutura da pele é reforçada, melhorando sua firmeza e elasticidade.

Portanto, Dr. Cauê destaca a importância de investir em inovações como essa em Ribeirão Preto, a fim de alcançar melhores resultados para os pacientes. “A lipoaspiração com Argoplasma apresenta-se como um método duplamente eficaz, capaz não só de eliminar a gordura indesejada, mas também de melhorar a flacidez da pele. Graças à sua habilidade de promover a contração e estimular a produção de novas fibras de colágeno e elastina, o Argoplasma tem o potencial de melhorar significativamente os resultados da lipoaspiração em relação à flacidez cutânea”.
 
Link
Notícias Relacionadas »
Comentários »
Comentar

*Ao utilizar o sistema de comentários você está de acordo com a POLÍTICA DE PRIVACIDADE do site https://jornalamanhecer.com.br/.