23/05/2023 às 17h25min - Atualizada em 24/05/2023 às 00h02min

Dia da Pansexualidade: pessoas estão abertas a outras formas de amar – e isso pode ser visto também nos apps de encontro

Plataformas como o Gleeden criaram um ambiente seguro para que as pessoas se sintam à vontade para assumir novos papeis afetivo-sexuais

SALA DA NOTÍCIA Edilaine Tenório
Divulgação
São Paulo, maio de 2023 - Celebrado em 24 de maio, o Dia de Consciência e Visibilidade Pansexual e Panromântica é resultado da mudança cultural ocorrida nos últimos anos em relação à forma como as novas gerações entendem a sexualidade, o gênero e as relações, com crescente aceitação de novas formas de amar e ter relacionamentos afetivo-sexuais. Uma dessas formas é a pansexualidade, que se refere à atração por pessoas, independentemente de seu gênero ou identidade sexual.

Essa abertura à diversidade sexual e de gênero está sendo impulsionada por uma combinação de fatores. “As novas gerações estão crescendo num mundo cada vez mais conectado, onde a informação e as experiências estão a um clique de distância. As mídias sociais ajudam a divulgar informações sobre diversidade sexual e de gênero, permitindo que as pessoas aprendam mais sobre essas identidades e entendam melhor aqueles que as vivenciam”, explica Mariona Gabarra, sexóloga do Gleeden, plataforma destinada à promoção de relações não monogâmicas e de encontros extraconjugais.

A especialista pontua que a mudança na cultura popular reflete nessa abertura da diversidade sexual e de gênero. “Filmes, programas de TV e música estão começando a retratar personagens e relacionamentos queer de uma forma mais positiva e autêntica, ajudando a normalizar essas identidades para pessoas não familiarizadas com elas. Além disso, é importante destacar o papel dos jovens, que lideram essa mudança, sendo mais abertos e honestos sobre suas identidades sexuais e de gênero. Isso ajuda a criar um ambiente mais acolhedor e seguro para aqueles que vivenciam experiências semelhantes”, acrescenta.

Mudança no perfil de quem usa apps de encontros
Esse novo cenário das relações pode ser notado graças ao novo perfil dos usuários do Gleeden, que são cada vez mais variados e não necessariamente 100% são casados. Há também um percentual de solteiros ou pessoas em relacionamento aberto que buscam outras experiências afetivo-sexuais. “O uso de aplicativos de relacionamento mudou a forma como interagimos, ou seja, criaram espaços seguros para que as pessoas possam estabelecer um perfil mais genuíno e ter clareza sobre o que estão procurando sem medo de serem julgadas. Isso tem permitido que elas percebam que existem outras identidades e formas de amar, enquanto exploram o app com quem combinam ou se sentem mais próximos”, afirma Silvia Rubies, Diretora de Comunicação e Marketing para a América Latina do Gleeden.

Segundo a executiva, a abertura sobre a identidade é algo característico das novas gerações, porém o uso desses aplicativos também permitiu que as gerações anteriores se descobrissem e se sentissem seguras sobre isso. “Essas pessoas sabem que, em plataformas como o Gleeden, têm a liberdade de colocar a foto que quiserem, de poder expressar o que realmente são. A pansexualidade sempre existiu, mas, pela primeira vez em anos, ela se torna visível e nomeada. Assim, fica mais fácil alguém se sentir representado por essa forma de amar e se relacionar com outras pessoas que buscam a mesma coisa”, finaliza Silvia.

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Sobre o Gleeden:
Gleeden é o site e também aplicativo número 1 de encontro extraconjugais e relações não monogâmicas do mundo, pensado dia a dia por uma equipe 100% feminina, com o objetivo de empoderar a mulher a ser fiel aos seus sentimentos e desejos. Com mais de 10 milhões de usuários ativos (homens e mulheres) ao redor do mundo, é ideal para quem busca uma aventura próximo de casa ou a milhares de quilômetros, em uma viagem com toda a segurança, privacidade, discrição e, acima de tudo, liberdade.

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