20/05/2024 às 10h19min - Atualizada em 20/05/2024 às 20h02min

.Maio Verde: mês de prevenção e combate ao glaucoma

ALINE LOURENçO
Divulgação
Segundo o Relatório Mundial sobre a Visão da Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 64 milhões de pessoas em todo o mundo têm glaucoma, das quais 6,9 milhões têm dificuldade de visão moderada ou grave ou cegueira. Por aqui, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que 600 mil brasileiros são cegos.
 
“Considerada uma doença silenciosa, está associada a fatores como, história familiar de glaucoma, diabetes, miopia, envelhecimento, pressão alta nos olhos. O glaucoma caracteriza-se por uma lesão crônica no nervo óptico que leva à perda progressiva do campo visual até a perda total da visão em estágios mais avançados”, descreve Bruna Veloso Avelar Ribeiro, oftalmologista especialista em glaucoma do Instituto de Olhos Minas Gerais.
 
Segundo a oftalmologista existem diferentes tipos de glaucoma. “Os mais comuns são o glaucoma primário de ângulo aberto e primário de ângulo fechado, mas há ainda: glaucoma agudo, em que o paciente pode sentir dor forte no olho e embaçamento; cortisônico, desencadeado pelo uso excessivo de corticoides; neovascular, quando há crescimento de novos vasos sanguíneos malformados dentro dos olhos; pigmentar, decorrente da dispersão de pigmentos provenientes da íris; pseudoesxfoliativo, consequência da deposição de material exfoliativo; congênito, no qual a criança nasce com essa forma rara da doença; juvenil, que costuma acometer crianças e adolescentes com histórico familiar positivo; glaucoma de pressão normal, na presença de neuropatia óptica e defeito de campo visual sem aumento de pressão intraocular”, esclarece.
 
A chave para conter o avanço da doença é seguir corretamente o tratamento e realizar exames regularmente, como informa a especialista. “O avanço da medicina trouxe tratamentos inovadores, que variam entre colírios, laser e microcirurgias. Dependendo do tipo de glaucoma e estágio, existem técnicas de laser ou cirurgias minimamente invasivas que diminuem a pressão intraocular e a quantidade de colírios usados diariamente”, finaliza.


 

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Aline Beatriz Batista Lourenço
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